E o melhor é que eu não me esborrachei no chão; porque não há chão ... há apenas o fluxo entre devires que se configuram nessa vida como patamares de pequenos pousos nesse vôo insano ... insano apenas porque tentamos, a todo custo, significar e entender a realidade com nossa mente e percepção tão estreitas, como se a realidade e as infinitas possibilidades de manifestação do Universo tivessem que fazer sentido para o nosso modo de entender as coisas. Eu quero "entender" menos e experimentar mais ... e agradeço à vida pela oportunidade de sentir essas inúmeras quedas que me colocando em movimento aumentam minha capacidade de vôo.
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